(Quando Oriana abandonou os animais e todos os seres vivos da floresta, ficou sem as suas asas e ficou a saber pela víbora que os animais diziam que ela se tinha apaixonada pelo peixe…)
Oriana indignada continuou a caminhar pela floresta, sozinha e confusa. Parou e encostou-se numa árvore. Ficou a pensar porque o peixe mentira; decidiu procurá-lo para lhe contar a história que contou a víbora. Então, começou a caminhar em direção aos montes.
Tudo estava vazio, as árvores estavam murchas e algumas sem folhas. Oriana não viu mais nenhum pássaro a voar, ela sentiu-se sozinha, olhava para os lados enquanto caminhava pelo chão de pedras, com catos pequenas que picavam, entre a erva seca e escura.
Chegou no lago do peixe. Ninguém estava lá. O lago tinha folhas secas e troncos de árvores e a água era escura não se conseguindo ver o fundo. Oriana pensou no que a víbora tinha falado. Seguiu um caminho cheio de arbustos e chegou aos montes. Era um lugar muito diferente! Todos os animais da floresta estavam lá.! Oriana maravilhou-se com o que viu. Continuou a procurar o peixe e chegou num local plano, com ervas e algumas árvores parecendo ao longe ter uma pequena praia. Oriana pareceu-lhe ver o peixe, correu até a pequena baía.
– Olá, peixe! Sou eu, a Oriana. – disse enquanto corria.
– Olá, Oriana, não sabia que ias estar aqui – respondeu o peixe.
– Porque mentiste para mim e para todos? A víbora contou que eu gostava de ti e passava horas no lago a enfeitar-me com flores para dizeres que eu estava linda.
– Eu não disse nada disso! – disse o peixe confuso. – As víboras são muito mentirosas, não se pode confiar nelas! Tudo que ela disse é mentira!
– Peço desculpa peixe, eu não vou mais acreditar numa víbora!
Oriana estava indignada e furiosa. Despediu-se do peixe e voltou para a floresta. E passou a acreditar menos nas víboras.
(E assim podemos concluir que Oriana tinha razão ao pensar que não devemos acreditar em víboras)
Iara Gonçalves, 5º ano




