A história mostra–nos que o sexo dominante foi sempre o masculino. O homem era aquele que dava, que protegia, o patriarca da família e começamos a ver mudanças a partir do século XX e no século XXI estas que apenas conseguidas pela coragem e pela bravura do sexo feminino na luta pelos seus direitos.

Por elas eu ajoelho-me e louvo-as, pois, estas conquistas dão-me arrepios como aqueles calafrios que sentimos quando estamos com febre. Estas conquistas, que ainda não acabaram pois ainda há um grande caminho a percorrer, levaram à ascensão do papel da mulher e a uma participação mais ativa na sociedade: direito ao voto, à educação, à expressão de ideias, à condução de veículos e tomadas de decisões. Ah, como é bom ver e sentir estas transformações!  Agora que podemos ver o que a mulher traz de bom para a sociedade, constatamos que é capaz de gerir mais tarefas em muitos casos, dando um toque feminino e um toque de alguém que durante muito tempo não pôde mostrar o seu valor, mas agora está com toda a garra e vontade de galgar cada dia mais posições.

Porém, no meio de tantas conquistas da mulher, no século XXI, XXI repito, ainda existem barreiras a serem derrubadas e desafios a serem ultrapassado. Vejam as diferenças salariais e o assédio moral e sexual!

No entanto, como já foi provado anteriormente, a força e as capacidades femininas fazem prever que estes problemas possam ser corrigidos e a equidade entre o sexo masculino e o feminino será uma realidade.


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