A igualdade de género e a violência doméstica são dois assuntos muito abordados na atualidade, por estarem tão presentes na sociedade em que estamos inseridos.
A ideia de igualdade de género é constituída pelos mesmos direitos para ambos os géneros, sejam eles que tipo de direitos sejam, trabalhistas, humanos, entre outros. O direito de ser igual aos olhos da lei, o direito do respeito da dignidade e da integridade física de cada ser humano sejam eles do género feminino o masculino são exemplos.
Apesar de muitas vezes posta em causa, a igualdade de género continua a ser uma luta diária. Todos os dias, mulheres (cumprindo as mesmas funções) ganham menos que homens, são assediadas, violadas, até mesmo vítimas de feminicídio. Muitas delas mortas no seu lar, derivado à violência doméstica que sofreram e que foram alvos.
O número de casos denunciados de violência doméstica é bastante significativo quando se toca em abusos contra a mulher. Também existem casos de violência doméstica contra homens e não deixam de ser importantes, mas num número muito mais abaixo do que quando a mulher é alvo.
Mas porquê? Será a mulher, o género mais fraco? Não, mas desde que a sociedade se formou ou pelo menos desde que temos consciência disso, a mulher sempre foi posta na posição de dona de casa, cuidadora dos filhos, do marido, ser submissa ao homem, quer seja pai, avô, tio, muitas delas deixando-se ser insultadas, ou mesmo violentadas.
Na atualidade essa realidade é diferente porém não ausente, essa ideia da mulher ser submissa ao homem, ou ter de o ser, de ser dona de casa (mesmo tendo o seu próprio trabalho), ter de ser mãe e cuidadora do marido ainda é muito presente em algumas mentalidades e opiniões, independentemente da idade de quem as tem. A violência doméstica sendo ela verbal, física ou psicológica nunca deveria acontecer seja contra quem for.




