Como sabemos, antigamente, os jovens não tinham a liberdade que queriam para fazer fosse o que fosse, muitas vezes por causa dos pais. Muitos acabaram por sofrer com isso, contudo, nos dias de hoje, seria uma boa ideia não estender demasiado esse conceito de liberdade.
Em primeiro lugar, o mundo atualmente está bastante diferente do que era no passado, num sentido negativo. Há cada vez mais maldade nas pessoas e o risco de algo acontecer é muito mais elevado, facto que imensos jovens não têm maturidade suficiente para compreender. Assim, desejam sair à noite sem a supervisão de algum adulto, mas não querem tomar as precauções necessárias para a sua segurança, o que é ridículo.
Em segundo lugar, embora liberdade a mais seja prejudicial, também não podemos retirá-la por completo. Faz parte da vida da juventude sair com amigos, ter “hobbies”, fazer desporto e até ter um namorico ou dois e existem imensos pais que não entendem isso. Todos sabemos que a juventude é complicada e que os jovens não pensam antes de agir, no entanto, prendê-los não é a melhor opção e poderá ter consequências más. Em Amor de Perdição, Simão e Teresa amavam-se, mas não tinham a liberdade que tanto desejavam para o fazer publicamente, o que levou ao sofrimento dos dois.
Concluindo, os jovens deveriam ter uma liberdade moderada para poderem aproveitar a vida, mas com cuidado e maturidade. Além disso, os pais devem, sim, ceder e não prendê-los, mas ao mesmo tempo cuidar e olhar pelos filhos, para que estes tenham segurança e não se revoltem sem necessidade.
Vitória Montoia, 11.º Ano.





